Eu sou feita de
Sonhos interrompidos
detalhes despercebidos
Sou feita de
Choros sem ter razão
pessoas no coração
atos por impulsão
Sinto falta de
Lugares que não conheci
experiências que não vivi
momentos que já esqueci
Eu sou
Amor e carinho constante
distraída até o bastante
não paro por instante"
Martha Medeiros
É possível viver um Grande Amor, desde que o coração esteja aberto para isso. Digo-lhe isso, porque muitos querem amar, mas de coração fechado e na base da autodefesa, por causa de emoções mal resolvidas. Às vezes, as pessoas jogam toneladas de medo ou de ansiedade em seus melhores sentimentos, terminando por sepultar o amor que tanto queriam vivenciar antes. Para amar, não basta só o amor; é preciso ter coragem também!
Sim, coragem de se abrir e deixar a luz eclodir em si mesmo, fazendo o próprio coração ser um sol. É um desperdício ver um Grande Amor sendo detonado por questões mal resolvidas, ou por posturas medíocres. Porque o amor possui um alto poder de transformação e de renovação do Ser. Quando ele chega, tudo muda. E o coração acontece... O amor é semelhante à luz da aurora, que dilui a escuridão na linha do horizonte do Ser... E, se alguém é tocado por ele e, mesmo assim, ainda permite que as trevas rondem seu coração, é realmente uma pena. Porque o sol é grande, mas se alguém fechar as cortinas do aposento, sua luz não penetrará ali. Da mesma forma, por analogia, se alguém cerrar as cortinas do ego na morada do próprio coração, o sol do amor não penetrará ali. Ah, que coisa estranha é essa... Alguém desejar viver um Grande Amor e, ao mesmo tempo, ter medo da abertura causada pelo mesmo. Mas as pessoas são assim mesmo. E nem sempre é fácil quebrar as barreiras que elas projetam contra a eclosão da luz, nelas mesmas. E, talvez, seja por isso que a dor tanto visita o coração dos homens. E aí, em lugar do amor, surgem os bloqueios do ego; em lugar da aurora, as trevas no horizonte de si mesmo; em lugar da consciência feliz, a sensação horrível do vazio interior; e, em lugar do equilíbrio e da compreensão, fortes distorções psíquicas. Isso porque, sem amor, tudo fica opaco. Sem o seu sol, só sobra a noite escura do Ser. Daí, eu lhe pergunto: “Você está realmente aberto para um Grande Amor e pronto para aguentar a luz da aurora despontando em seus olhos? Está pronto para abdicar de suas trevas interiores e mergulhar na luz? Você tem coragem de entrar num sol e queimar suas tolices e posturas medíocres? E mais: você tem noção de que um Grande Amor é um presente?” A partir daí, de coração aberto, reveja os seus sentimentos e pondere mais em cima dos questionamentos pertinentes a eles. Se você errou antes, então conserte. Se agora compreende isso melhor, então se cure. Porque o amor não é uma pessoa, é um estado de consciência! E o lugar do sol é dentro do seu coração. Então, que tal levantar as cortinas e, dessa vez, deixar a luz entrar completamente? Porque, repito, não basta só amar, é preciso ter coragem. Sim, coragem de vencer a si mesmo e de reciclar-se, constantemente, para tornar-se luz, como deve ser... Um Grande Amor não cabe num coração medíocre. Por isso, não basta só amar, também é preciso crescer*.
P.S.: Desejo que você cresça, para que um Grande Amor seja um presente em sua vida. E que você tenha a coragem de desembrulhá-lo em seu coração. E que o brilho da aurora esteja em seus olhos. E que isso preencha você de vida. E que você se sinta honrado. E que seja muito feliz. Com um sol no peito... E estrelas nos olhos**. autor desconhecido
Os sonhos, as buscas.. os sentimentos quando estam batendo firme nas veias.. muitas vezes nos alertam sobre o AMOR… AMAR.. a melhor forma de ser feliz.. e fazer os outros felizes… eu quero amar… quer viver.. quero respirar!!” autor desconhecido
"Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem (mulher) da sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você. O segredo é não correr atrás das borboletas... É cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!"
A amizade é algo que atravessa a alma, é um sentimento que não te abandona. Não te digo como, mas ocorre justo quando duas pessoas vão voando juntos Sobem ao alto sobre as outras pessoas, como dando um salto na imensidão. E não haverá distância, não haverá, nem desconfiança Se permaneces em meu coração agora e sempre.
Porque em cada lugar que você estiver porque em cada lugar que eu estiver, as coisas que vives, eu também viverei. Porque em cada lugar que você estiver nos encontraremos unidos um nos braços do outro, é o destino.
Na mesma rua, debaixo do mesmo céu, ainda que tudo mude não nos perderemos. Abre bem os braços, mande-me um aviso, não te resta dúvida, eu te encontrarei. Já não estarás mais sozinho, eu estarei continuando o vôo que te leve com meu coração, Agora e sempre.
Porque em cada lugar que você estiver, porque em cada lugar que eu estiver, as coisas que viveS, eu também viverei. Porque em cada lugar que estiver não nos resta mais que um caminho, só haverá dois amigos, tão unidos.
Acredite em mim, não te atrevas a duvidar de todas as coisas que vives. Se são sinceras como você, e eu, você sabe que jamais terminarão.
porque em cada lugar que você estiver, porque em cada lugar que eu estiver, as coisas que vives, eu também viverei. Porque em cada lugar que eu estiver, que estiver, porque em cada lugar que eu estiver, E que você estiver você me levará contigo dentro do coração
Porque em cada lugar que você estiver nos encontraremos unidos, um nos braços do outro, É o destino, é o destino porque em cada lugar que você estiver, porque em cada lugar que eu estiver, Aas coisas que vives, Eu também viverei [http://jardimdasmidis.com.br/Latinas/Laura_Pausini/Las_cosas_que_vives.mid]
Quem nunca viu ou mesmo disse esta frase? Nos dias atuais o amor virou algo tão banal que acaba sendo usado para tudo, desde expressar sentimentos até enganar ou mesmo mentir. Amar virou algo tão fácil e simples que qualquer um ama qualquer um e desama no dia seguinte. Uma pessoa que diz amar outra não a esquece em um par de dias. Amor de verdade não se acaba assim tão fácil.
Normalmente confundimos amor com paixão. Paixão é arrebatadora, é quente, é explosiva, é intensa, porém passageira. O amor é mais calmo, não se expõe, mas tem um poder sem igual e uma força tremenda. E não acaba tão rápido. Às vezes nem acaba.
Mas também existem alguns tipos de amor, como por exemplo, de mãe para filho, de filho para mãe, entre irmãos, entre amigos (sim, amigos também se amam), entre parentes próximos, parentes distantes, e assim por diante.
Na minha opinião, amor é algo muito grande e não deve ser usado em qualquer situação. Deve ser dito com franqueza, quando aquele que o sente tem absoluta certeza disso. E se não o possui, então que não diga, por mais duro que possa ser à outra pessoa.
Porém, por mais que se ame uma pessoa, não podemos esquecer de amar a nós mesmos. Devemos, inclusive, primeiro nos amarmos para depois amarmos a outra pessoa. Cada um deve pensar em si como a pessoa mais importante do mundo. Porque na realidade ela é. E os cuidados consigo devem ser os mesmos que para com qualquer outra pessoa. Ou até melhores.
Bem, tudo isso foi para chegar num ponto importante: até onde podemos ir por uma outra pessoa? Podemos fazer qualquer coisa mesmo? Podemos desistir de planos, desistir de sonhos, vivermos uma vida que não a nossa, aceitar determinadas situações, tudo por uma pessoa de amamos?
Abaixo segue um vídeo que peço que seja assistido por completo. Ele tem oito minutos de duração, é um pouco longo, eu sei, e a música é em uma língua incompreensível. Mas o que importa são as imagens. Só de assistí-lo é possível entender a história. “Eu te amo e faria qualquer coisa por você!”
Quem nunca viu ou mesmo disse esta frase? Nos dias atuais o amor virou algo tão banal que acaba sendo usado para tudo, desde expressar sentimentos até enganar ou mesmo mentir. Amar virou algo tão fácil e simples que qualquer um ama qualquer um e desama no dia seguinte. Uma pessoa que diz amar outra não a esquece em um par de dias. Amor de verdade não se acaba assim tão fácil.
Normalmente confundimos amor com paixão. Paixão é arrebatadora, é quente, é explosiva, é intensa, porém passageira. O amor é mais calmo, não se expõe, mas tem um poder sem igual e uma força tremenda. E não acaba tão rápido. Às vezes nem acaba.
Mas também existem alguns tipos de amor, como por exemplo, de mãe para filho, de filho para mãe, entre irmãos, entre amigos (sim, amigos também se amam), entre parentes próximos, parentes distantes, e assim por diante.
Na minha opinião, amor é algo muito grande e não deve ser usado em qualquer situação. Deve ser dito com franqueza, quando aquele que o sente tem absoluta certeza disso. E se não o possui, então que não diga, por mais duro que possa ser à outra pessoa.
Porém, por mais que se ame uma pessoa, não podemos esquecer de amar a nós mesmos. Devemos, inclusive, primeiro nos amarmos para depois amarmos a outra pessoa. Cada um deve pensar em si como a pessoa mais importante do mundo. Porque na realidade ela é. E os cuidados consigo devem ser os mesmos que para com qualquer outra pessoa. Ou até melhores.
Bem, tudo isso foi para chegar num ponto importante: até onde podemos ir por uma outra pessoa? Podemos fazer qualquer coisa mesmo? Podemos desistir de planos, desistir de sonhos, vivermos uma vida que não a nossa, aceitar determinadas situações, tudo por uma pessoa de amamos?
Abaixo segue um vídeo que peço que seja assistido por completo. Ele tem oito minutos de duração, é um pouco longo, eu sei, e a música é em uma língua incompreensível. Mas o que importa são as imagens. Só de assistí-lo é possível entender a história. “Eu te amo e faria qualquer coisa por você!”
Quem nunca viu ou mesmo disse esta frase? Nos dias atuais o amor virou algo tão banal que acaba sendo usado para tudo, desde expressar sentimentos até enganar ou mesmo mentir. Amar virou algo tão fácil e simples que qualquer um ama qualquer um e desama no dia seguinte. Uma pessoa que diz amar outra não a esquece em um par de dias. Amor de verdade não se acaba assim tão fácil.
Normalmente confundimos amor com paixão. Paixão é arrebatadora, é quente, é explosiva, é intensa, porém passageira. O amor é mais calmo, não se expõe, mas tem um poder sem igual e uma força tremenda. E não acaba tão rápido. Às vezes nem acaba.
Mas também existem alguns tipos de amor, como por exemplo, de mãe para filho, de filho para mãe, entre irmãos, entre amigos (sim, amigos também se amam), entre parentes próximos, parentes distantes, e assim por diante.
Na minha opinião, amor é algo muito grande e não deve ser usado em qualquer situação. Deve ser dito com franqueza, quando aquele que o sente tem absoluta certeza disso. E se não o possui, então que não diga, por mais duro que possa ser à outra pessoa.
Porém, por mais que se ame uma pessoa, não podemos esquecer de amar a nós mesmos. Devemos, inclusive, primeiro nos amarmos para depois amarmos a outra pessoa. Cada um deve pensar em si como a pessoa mais importante do mundo. Porque na realidade ela é. E os cuidados consigo devem ser os mesmos que para com qualquer outra pessoa. Ou até melhores.
Bem, tudo isso foi para chegar num ponto importante: até onde podemos ir por uma outra pessoa? Podemos fazer qualquer coisa mesmo? Podemos desistir de planos, desistir de sonhos, vivermos uma vida que não a nossa, aceitar determinadas situações, tudo por uma pessoa de amamos?
Abaixo segue um vídeo que peço que seja assistido por completo. Ele tem oito minutos de duração, é um pouco longo, eu sei, e a música é em uma língua incompreensível. Mas o que importa são as imagens. Só de assistí-lo é possível entender a história. “Eu te amo e faria qualquer coisa por você!”
Quem nunca viu ou mesmo disse esta frase? Nos dias atuais o amor virou algo tão banal que acaba sendo usado para tudo, desde expressar sentimentos até enganar ou mesmo mentir. Amar virou algo tão fácil e simples que qualquer um ama qualquer um e desama no dia seguinte. Uma pessoa que diz amar outra não a esquece em um par de dias. Amor de verdade não se acaba assim tão fácil.
Normalmente confundimos amor com paixão. Paixão é arrebatadora, é quente, é explosiva, é intensa, porém passageira. O amor é mais calmo, não se expõe, mas tem um poder sem igual e uma força tremenda. E não acaba tão rápido. Às vezes nem acaba.
Mas também existem alguns tipos de amor, como por exemplo, de mãe para filho, de filho para mãe, entre irmãos, entre amigos (sim, amigos também se amam), entre parentes próximos, parentes distantes, e assim por diante.
Na minha opinião, amor é algo muito grande e não deve ser usado em qualquer situação. Deve ser dito com franqueza, quando aquele que o sente tem absoluta certeza disso. E se não o possui, então que não diga, por mais duro que possa ser à outra pessoa.
Porém, por mais que se ame uma pessoa, não podemos esquecer de amar a nós mesmos. Devemos, inclusive, primeiro nos amarmos para depois amarmos a outra pessoa. Cada um deve pensar em si como a pessoa mais importante do mundo. Porque na realidade ela é. E os cuidados consigo devem ser os mesmos que para com qualquer outra pessoa. Ou até melhores.
Bem, tudo isso foi para chegar num ponto importante: até onde podemos ir por uma outra pessoa? Podemos fazer qualquer coisa mesmo? Podemos desistir de planos, desistir de sonhos, vivermos uma vida que não a nossa, aceitar determinadas situações, tudo por uma pessoa de amamos? “Eu te amo e faria qualquer coisa por você!”
Quem nunca viu ou mesmo disse esta frase? Nos dias atuais o amor virou algo tão banal que acaba sendo usado para tudo, desde expressar sentimentos até enganar ou mesmo mentir. Amar virou algo tão fácil e simples que qualquer um ama qualquer um e desama no dia seguinte. Uma pessoa que diz amar outra não a esquece em um par de dias. Amor de verdade não se acaba assim tão fácil.
Normalmente confundimos amor com paixão. Paixão é arrebatadora, é quente, é explosiva, é intensa, porém passageira. O amor é mais calmo, não se expõe, mas tem um poder sem igual e uma força tremenda. E não acaba tão rápido. Às vezes nem acaba.
Mas também existem alguns tipos de amor, como por exemplo, de mãe para filho, de filho para mãe, entre irmãos, entre amigos (sim, amigos também se amam), entre parentes próximos, parentes distantes, e assim por diante.
Na minha opinião, amor é algo muito grande e não deve ser usado em qualquer situação. Deve ser dito com franqueza, quando aquele que o sente tem absoluta certeza disso. E se não o possui, então que não diga, por mais duro que possa ser à outra pessoa.
Porém, por mais que se ame uma pessoa, não podemos esquecer de amar a nós mesmos. Devemos, inclusive, primeiro nos amarmos para depois amarmos a outra pessoa. Cada um deve pensar em si como a pessoa mais importante do mundo. Porque na realidade ela é. E os cuidados consigo devem ser os mesmos que para com qualquer outra pessoa. Ou até melhores.
Bem, tudo isso foi para chegar num ponto importante: até onde podemos ir por uma outra pessoa? Podemos fazer qualquer coisa mesmo? Podemos desistir de planos, desistir de sonhos, vivermos uma vida que não a nossa, aceitar determinadas situações, tudo por uma pessoa de amamos?
Abaixo segue um vídeo que peço que seja assistido por completo. Ele tem oito minutos de duração, é um pouco longo, eu sei, e a música é em uma língua incompreensível. Mas o que importa são as imagens. Só de assistí-lo é possível entender a história.
Depois de assistir ao vídeo me dei conta que não faria tudo não. Talvez o fizesse para um filho ou meus pais. Mas não para qualquer pessoa. Não é qualquer um que merece o que o rapaz do vídeo fez. Se fosse comigo, teria que avaliar muito bem, mas acredito que não faria, não. A não ser que fosse alguém com quem tivesse uma relação fora do normal, algo que transcendesse o tempo e o espaço. Fora disso, não acredito que ninguém deva abdicar da sua vida.
Mesmo porque acredito que tudo o que nos acontece é por uma razão. Nada é por acaso. Se um dia tiver que ficar cego será um fardo que terei que carregar e ninguém terá que abdicar da sua vida por minha causa. E o contrário também é verdadeiro. Pode soar um pouco egoísta da minha parte, só que ainda acho que eu também sou importante e mereço ter as mesmas coisas que todas as outras pessoas.
Ser forte, não é colecionar vitórias, mas não se sentir fracassado, ante o que pareça derrota.
A força verdadeira não se dimensiona pelo impacto demolidor dos punhos, mas pela ternura construtora das mãos que acariciam e dos dedos que confortam.
Ser forte, não é ter a arrogância de não chorar, mas ter a coragem de parar o próprio pranto a fim de consolar as lágrimas de quem mais está sofrendo.
Ser forte, não é caminhar impávido com a coroa de louros à fronte, mas é cair coroado de espinhos e fazer tudo para levantar-se e para ajudar a que o irmão se levante.
Ser forte, não é não perceber a escuridão que ficou atrás da última lâmpada que se apagou quando se teve de sair do sonho, mas é a bravura de acender nova chama,de ligar de novo a luz, de abrir a janela da alma para sentir outra vez a claridade da manhã.
Ser forte, não é ser insensível, mas sentir, compreender aquilo que não tem palavras para completamente traduzir e interpretar.
Muitas vezes se exige mais força para proteger a pétala do que para derrubar a árvore imensa.
Bendita seja a força do ombro amigo que ampara a cabeça cansada, dos braços que se enlaçam para enfrentar a fúria dos acontecimentos e o uivar do furacão, do coração que reanima no momento difícil, do pensamento que não se entrega, da alma que não para de lutar.
Ser forte é oferecer a própria fraqueza para somar-se a fraqueza de quem se feriu e, juntas,as duas debilidades se farão uma verdadeira e brava força que nada e ninguém conseguirá dobrar.
Ser forte, é mesmo quando com medo, procurar transmitir coragem; é,mesmo na dúvida, transmitir a verdadeira fé; é fechar a porta ao pesadelo e abrir o ser por inteiro ao sonho maior que se chama esperança.
Ser forte, é às vezes, sair catando os pedaços do corpo pisado e da alma marcada, e juntá-los todos, com bravura e carinho, para ficar de novo de pé, com o rosto molhado pela chuva que cai e beijado pelo vento suave que passa.
Eu sou assim Duas mulheres dentro de mim… Às vezes três Quatro... cinco... seis... Talvez seja uma por mês. Diversifico-me Existe momentos em que dou um grito Existe outros em que vivo um conflito Apresento ao mundo a minha dor Em outros momentos, só consigo falar de amor A mais romântica Melodramática Imóvel Chorosa ou nervosa Carente ou decadente Vingativa ou inconsequente É nestes momentos em que eu não me apercebo E transformo-me numa mulher cheia de medo Cheia de reservas Coberta de subtilezas Séria e sem defesas No minuto seguinte No papel de mulher fatal Transformo-me logo na tal E nesses momentos sou a dona do mundo Segura e destemida Presunçosa e atrevida. Rasgo todos os meus segredos ao meio E exponho-me num letreiro De poesia ou texto Assalto, incendeio... Conto o que ninguém tem coragem de contar Explico detalhes que nem é bom me lembrar Sou assim Várias de mim Sorrisos por fora Angústias a toda hora Por dentro um tormento No rosto nem um único sofrimento No corpo uma explosão de prazer Nos olhos, deixo o meu desejo se perceber O melhor é ninguém me conhecer Fiquem apenas com as minhas letras Com as minhas palavras Na vida real sou muito mais complicada
Sou uma em mil E quem tentou, descobriu Que viver ao meu lado É viver dentro de um campo minado Que vai explodir em qualquer momento Mas quem esteve nele Nunca mais quis fugir E ainda hoje se cá encontra